Eternos contadores de história

contador de histórias

Hoje, quando acordei, percebi que estava contando uma história nos meus sonhos. Não sei se uma, ou várias. Acredito que contamos várias enquanto dormimos e uma enquanto acordados.

Criamos nosso personagem principal, o Eu, e o enredo da história que iremos viver. A história se baseia naquilo que acreditamos que merecemos e no que nos permitimos realizar. A idealização da história em nossas mentes se chama futuro. Este só se converte em presente no momento atual, depois deste segundo já vira passado.

O nosso contar é como um narrador, que a tudo observa e a tudo julga. Percebemos tudo a nossa volta e a tudo damos automaticamente nossa opinião.

Estas opiniões e o modo como interagimos com a vida se baseiam em nossas crenças. O grande problema é que muitas delas são crenças limitadoras, que nos impedem de interagir de modo autêntico com a vida. Milhares de muros invisíveis que nos aprisionam dentro de nossa própria autolimitação. Coisas que outros determinaram ou que nós mesmo determinamos. Que cremos poder ou não poder fazer. Que julgamos certas ou erradas, morais ou imorais. Que merecemos ou não. Que somos dignos ou não. Nisto está incluso, o modo como tratamos as pessoas, como nos relacionar, qual estilo de vida termos, quais os tipos de pessoas que queremos ter ao nosso redor, o que consideramos certo e errado…

Vamos adaptando nossa história de acordo com o que o ambiente nos causa. Somos o efeito dos fatos e acontecimentos que nos circundam. No entanto, e se, ao invés disto, nos transformássemos na causa! E se nós fossemos a causa suprema de tudo que nos circunda? E se fossemos os redatores, participando ativamente da criação de nossa história, do moldar do nosso universo. Não mais vítimas, mas realizadores. Irradiando energia, mudanças e inovação.

E se, ao invés de ficar reclamando do que o mundo nos proporciona, procurássemos despertar nossa consciência, agindo de modo consciente e programado em cada ação. Começarmos a perceber quais são as limitação que nos auto-impomos. Todos os “não posso” e “não devo” que servem de respostas imediatas e nos impossibilitam de realizar nossos desejos e sonhos. E, ao invés disso, criarmos metas de realização.

Qual história você contaria para a sua vida se tudo fosse possível? Como agir em modo que essa história se concretize?

A principal pessoa de sua história é você. Somente você pode se comprometer ativamente na ampliação de sua capacidade de realização e concretização de sua felicidade.

Comece a perceber todos os muros que você ergueu ao seu redor para poder destruí-los com a marreta da consciência.

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