Andorinhas

Depois de voar por terras distantes, resolvi voar de volta pra minha ilha pra curtir o fim do verao Florianopolitano. Engracado como o tempo passa rapido quando estamos nos divertindo. Juro q quando estava aterrisando em Florianopolis, me deu um sentimento de desespero. E uma pergunta imediatamente veio a minha cabeça… O que que eu to fazendo aqui??? Aquela pergunta seria respondida varias vezes no decorrer dos poucos meses que aqui permaneci… Recuperando minhas energias e me preparando para uma nova fase de desafios e conquintas… Mais locura me espera e tenho q estar com as baterias bem recarregadas pq dessa vez infrentarei tudo sozinho.
 
Acho q toda vez q ficamos muito tempo ser ver alguma pessoa… Nao toda vez.. Mas nas vezes q as pessoas mudam, assim como nos mudamos… Isso costuma acontecer… Quando revemos os amigos e familiares muitas vezes eh choque, … Talvez pq o perfil q tinhamos em nossa memoria – o qual muitas vezes, talvez na maioria das vezes, eh apenas um perfil idealizado, no qual baseavamos nossas percepcoes do dia a dia, bem como nossos interesses junto as pessoas –  recebe um update imediato e instantaneo… Como se fosse na verdade a primeira impressão, um primeiro contato, por mais que já conhecessemos a pessoa. Notamos cada ruga, cada imperfeição, cada fraqueza, bem como todas as mudanças positivas que ocorreram.
 
Acho que isso ocorre tambem com a convivencia, ou as percepções de personalidade, visão do mundo, ou mesmo a forma de tratras os que rodeia a pessoa. Isso porque voltamos com uma nova percepcao de mundo e de nos mesmos; seja de nosso corpo, de nossa liberdade de expressão ou mesmo da irrefutável liberdade de ir e vir. Começamos a perceber pequenas nuances que muitas vezes fazem grandes buracos em nosso coração.
 
Acho que na distancia sempre fantasiamos que todos superaram suos defeitos e que como nós as pessoas cresceram internamente. Contudo percebemos que nós mesmo temos muito a melhorar e vemos nos erros delas o espelho de erros que antes nao percebiamos q estavamos comentendo. Ou q, talvez por pura falta de educação ou percepção nao os corrigíamos. Acho q a volta pra casa nos leva a analisarmos os nossos referenciais mais antigos e reconfigurarmos os nossos arquivos de lembrancas e de percepção de carater de todos q sempre nos rodearam. Em busca de um engrandecimento interior e na melhoria de nossas relações interpessoal.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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